O encontro. Divino e acertado, sempre. Aquilo que lembraremos quando não houver do que alimentar nossa mente. Em cada esquina deste mundo estranho, aquelas pessoas, inusitadas, diferentes, instigantes, singulares. Nem boas, nem más, apenas divinamente humanas. E que se dane o certo e o errado, o que tem obrigação de dar certo ou fazer sentido. O que importa mesmo é significar. Adoro criar significados, adoro ser a diaba que sou, porque o único ‘não’ que respeito é o que nasce de dentro de mim. E com fé eu deslizo entre santos e aspirantes, entre a pontualidade impecável e as risadas em cachinhos, entre a quentura da experiência e o frescor da novidade. Entre a boca sedenta de um homem de botas e os olhos desesperados de uma menina de luta.
Só quero agradecer. Aos Deuses, ao Universo, ao Tempo e a cada um. Quero agradecer por ser hoje, por estar aqui, depois de tanta corrida rumo ao nada.
Quando eu olho em volta, vejo tanto, vejo muito. E ver, sem olhos embotados de lágrimas amargas, e com olhos embotados de vida doce, é o que de mais delicioso há. Ver, acima de tudo, e saber que posso estender os dedos e tocar, e que qualquer sentido segue o olho e o toque, porque o que há para mim e em mim é real. Cada encontro é real. Mesmo que eu me rasgue toda pra prosseguir, o que vale é o agora extraordinário que acalenta essa minha inescrutável natureza desmedida. Eu quero todos, com toda a sacralidade desse verbo. Eu quero.
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Doce de Abóbora
Descasque a abóbora, corte em pedaços menores; coloque em uma panela, junte o açúcar, na base de metade de açúcar pelo tanto de abóbora; coloque no fogo, não precisa colocar água; deixe a abóbora soltar água, vá mexendo para não grudar os pedaços no fundo da panela; deixe cozinhando até virar uma massa, ela começará a soltar do fundo da panela, deixe mais um pouco até parecer que está começando a fritar, este será o ponto; após retire do fogo e vá tirando colheradas e colocando em um tabuleiro com espaços entre uma e outra ou em forminhas de coração, não retire a colher muito cheia para colocar no tabuleiro, pois você terá de deixar esfriar e depois deixe secar por uns dois dias.
17 Junho, 2009 01:25
Doce é olhar e sentir o gosto. É encontrar seus sentidos com a textura e sabor do doce de abobora. Pq no encontro não há certo e errado, há sabor.
08 Julho, 2009 20:09
obrigadu só comi esse doce em sampa quando pequena k xaudade k delicia agora eu mesma posso fazer pois aqui onde estou não tem doce de abobora .agora com sua ajuda terá ok.
29 Julho, 2009 11:35
Doce de abóbora lindo e doce como vc. Sds de nossas horas, filas de banco e músicas em comum.
E tua voz.
Never let me go.
Nico.
20 Novembro, 2009 12:13
Olha só. Reli este. Agora faz ainda mais sentido. Tão doce que vc é! Tem uma música apaixonada e desesperada no texto, um sentimento fresquinho, à flor da pele. Posso ouvir tua voz aqui.
Isso é muito bom.
Cheiro.
Nico.
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